Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 711 - 1° de agosto de 2001
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 
CLIQUE NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS

 

"Muitos homens gostariam de constituir um novo relacionamento. Talvez por receio de outro fracasso prefiram uma vida solitária."
M.A. Borges
Belém, PA

Solidão

Identifiquei-me totalmente com a reportagem de capa de VEJA da semana passada. Aliás, eu e meus amigos. Chegamos a fazer um grupo de solteiros para não ficarmos sós. Toda a reportagem se encaixa. O que nos torna tão sozinhos e por vezes insatisfeitos é que gostamos da liberdade e da privacidade, e fica difícil encontrar alguém que nos deixe tão livres e seja tão companheiro ("Solidão, lição de casa: aprender a viver só", 25 de julho).
Sandra Regina A. dos Santos
Jaboatão dos Guararapes, PE

Sou separado há doze anos, e desde então optei por morar sozinho. Hoje, tenho absoluta certeza de que foi a melhor escolha que fiz na vida. Quando você realiza uma viagem e opta por um pacote, por exemplo, leva as vantagens e as desvantagens. Com o morar só é a mesma coisa. Você leva um "pacote", só que as vantagens superam enormemente as desvantagens. Estar só não significa ser só.
Vlademir Carvalho
São Paulo, SP

Será que as pessoas estão dispostas a construir um relacionamento ou se acostumaram à solidão? Afinal de contas, construir um relacionamento a dois nem sempre é fácil. É conviver com as qualidades e os defeitos do outro.
Flávia A. de Mendonça
Belo Horizonte, MG

 

Metrô

Escrevemos para cumprimentar VEJA pela oportuna reportagem "Trem contra o caos" (18 de julho). A região metropolitana do Recife abriga hoje cerca de 3,4 milhões de habitantes. Possui o único metrô em operação no Nordeste, inaugurado há dezesseis anos. Com 20,5 quilômetros de extensão, dezessete estações, sessenta linhas de ônibus integradas ao sistema, o Metrorec atende, além das cidades do Recife e de Jaboatão dos Guararapes, quase toda a região metropolitana, através do Sistema Estrutural Integrado (SEI), plano que visa à racionalização dos transportes coletivos através da integração metrô–ônibus. Com a conclusão em 2002 de sua primeira expansão, ora em andamento, o Metrorec terá a capacidade aumentada para 40 quilômetros de extensão, 28 estações e 130 linhas integradas e transportará 400.000 usuários por dia, o equivalente a 25% da demanda de transporte coletivo da região metropolitana.
José Maurício Carneiro Leão
Ferreira da Silva
Superintendente do Metrorec
Recife, PE

 

Luiz Felipe de Alencastro

Excelente o artigo do historiador Luiz Felipe de Alencastro. É uma aula de sociologia e história. Ganha corpo a velha advertência: no Brasil impera a incapacidade de convivência com as diferenças (Ponto de vista, 25 de julho).
Francisco Quinteiro Pires
São Paulo, SP

 

Sérgio Abranches

As contribuições de Sérgio Abranches sempre me parecem confiáveis e me estimulam a refletir. Talvez porque, embora fale de economia, ele permaneça cientista político – e prático –, sugerindo que há espaço para bom pensamento, bom governo, boas alternativas e... bom jornalismo. Obrigado, Sérgio (Em foco, 25 de julho).
José Crisóstomo de Souza
jcds@e-net.com.br

 

Roberto Pompeu de Toledo

Excelente artigo, como tantos outros do autor. Concordo com ele e acho que o Brasil teria certamente outra cara e conceito se a palavra de pessoas simples e de boa moral fosse ouvida e valorizada em detrimento da de certos homens de vida pública, que chegam a sua posição através de falcatruas, ladroagens e mentiras (Ensaio, 25 de julho).
Sofia Maria de Sousa
Recife, PE

 

Cigarro

Na falta de predadores, o homem encontra na indústria de cigarros, de acordo com o relatório da Philip Morris, o seu inimigo natural. Quem diria? A indústria do tabaco suprindo uma grande lacuna da natureza! ("Conta que insulta", 25 de julho)
João Carlos Soares
São José dos Campos, SP

 

Jeffrey Sachs

O desempenho dos cientistas brasileiros não é pífio. Pelo contrário, as universidades brasileiras produzem excelentes cientistas, porém mal aproveitados. Nos países em que se registram muitas patentes, os cientistas e os engenheiros que desenvolvem tecnologia trabalham em empresas privadas ou institutos de pesquisa. O que precisa ser analisado é por que no Brasil isso não acontece. Faltam incentivos? A taxação sobre as empresas é demasiada? É mais barato ou mais cômodo pagar royalties? Vejam o bom exemplo dado pela Fapesp, patrocinando o desenvolvimento tecnológico nas empresas, e pelo Instituto Butantan e pela Fundação Oswaldo Cruz na produção de vacinas (Amarelas, 18 de julho).
Doutor Paulo A. Abrahamsohn
Academia de Ciências do Estado de São Paulo
São Paulo, SP

 

Jader Barbalho

O Brasil terá mais uma vez a oportunidade de provar que é um país sério. O senhor Jader Barbalho terá confortáveis sessenta dias para explicar à nação sua fórmula econômica de enriquecimento ("Jader cai, mas a mentira fica", 25 de julho)!
Luiz Fernando Menezes
Nova York (EUA)

 

Sepultura

Não sou um grande fã da banda. Entretanto, sei do talento da banda e da integridade ética e musical de seus integrantes. Assim como sei também que a gravadora Roadrunner não vem sendo um bom exemplo de empresa musical. A banda não tem um videoclipe para divulgar o novo disco, coisa fundamental hoje em dia ("Barulho velho", 25 de julho).
Danilo Afonso
Danilo.Afonso@guinnessudv.com

Não concordo com VEJA quando diz que o Sepultura está arruinado. Se eles preferem fazer música de qualidade e não se entregar a modismos como o "nu metal", concordo com eles.
Fernanda Manzo Ceretta
nandanroll@hotmail.com

Hoje em dia, o nome Sepultura é reconhecido mundialmente, colocando o Brasil em evidência, sem mencionar que tudo que há de novo no metal mundial se deu graças ao Sepultura.
Cleverson Alexander Oliveira
caos@onda.com.br

 

Gramática

A leitura atenta da reportagem "Todo mundo fala assim"(25 de julho) revela um texto sutilmente articulado para alertar o leitor contra os "perigos" que surgem no trabalho dos cientistas da linguagem, dando ênfase à posição tradicionalista de um gramático conservador como Evanildo Bechara.
Marcos Bagno
São Paulo, SP

Quem conhece a obra do professor Bechara sabe que este, apesar de tido como "gramático tradicional", adota postura bem flexível em relação à língua. Essa postura não preconceituosa fica evidente na nova edição de sua gramática, em que ele abre espaço para a questão da diversidade lingüística, e em um livro seu intitulado Ensino da Gramática: Opressão? Liberdade?.
Helena Guerra Vicente
Brasília, DF

 

Diogo Mainardi

Dizer que o Brasil é grande demais, longe demais, tem muito mosquito e muito bandido e que seu mar é feio é fazer o jogo dos países dito "desenvolvidos", assim como dizer que não podemos investir em tecnologia na área eletrônica ("O nosso fracasso", 25 de julho).
Mário Henrique Mendonça
Londrina, PR

 

Sergio Miceli

Bastante oportuna a entrevista com o professor Sergio Miceli. Trata-se de um intelectual de grande independência e de pensamento acurado. Seguramente, foi um dos melhores professores com quem tive a satisfação de conviver, como aluno (na FGV) e colega (na USP). A entrevista sobre "intelectualidade e poder", com a opinião de Miceli, serviu para enriquecer a edição de VEJA (Amarelas, 25 de julho).
Solival Menezes
São Paulo, SP

 

Globalização

Com relação à menção feita à WWF na reportagem "Tudo que é sólido se desmancha no ar" (25 de julho), gostaria de esclarecer que a Rede WWF não faz campanha antiglobalização nem apóia manifestações como as de Gênova. A WWF investe todos os seus recursos em programas ambientais e tem um histórico de quarenta anos de participação positiva em conferências em que são discutidos tratados e temas internacionais. Em tais encontros, a Rede WWF sempre apresenta propostas em defesa do meio ambiente e busca o diálogo, a exemplo da reunião realizada na última semana em Bonn sobre a ratificação do Protocolo de Kioto. Ao contrário de grandes corporações globais, a WWF não está organizada como um conjunto de filiais que seguem as decisões de uma matriz, mas assemelha-se a uma federação de entidades autônomas que compartilham a mesma marca e os mesmos ideais, cada qual atuando segundo suas prioridades e agendas nacionais.
Garo Batmanian
Secretário-geral da WWF-Brasil
Brasília, DF

 

 

A SENTENÇA DE JADER

Michel Faria Suzigan, de 13 anos, estudante da Escola Estadual Joaquim Saraiva, em Uberlândia, Minas Gerais, escreveu para VEJA contando que sua turma – coordenada pela professora de história Maria de Lourdes – organizou o "julgamento" do presidente do Senado, Jader Barbalho. A 7ª série foi dividida em promotoria, defesa e júri. Michel e os outros "promotores" basearam suas acusações essencialmente nas reportagens publicadas em VEJA. Um coleguinha de Michel, que representou Jader, bem que tentou negar as acusações. Mas, segundo a "promotoria", não convenceu. Jader foi condenado a 100 anos de prisão. "Ah, se o Brasil fosse minha sala de aula...", divagou Michel.

 

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS