|
|
 Henrique
Meirelles, Waldomiro Diniz, Romero Jucá, Orestes Quércia, Luiz
Inácio Lula da Silva, Roberto Jefferson e Paulo Maluf, ocasionalmente citados
nesta página, são personagens fictícios. Qualquer semelhança
com pessoas existentes é mera coincidência. Os
árabes não têm pressa Os árabes,
que já eram o "mundo civilizado" quando o Texas ainda era do México
e o México ainda era de Montezuma. E divulgaram os algarismos, claro, arábicos
sem os quais nossas empregadas domésticas estariam dizendo ao telefone:
"Aqui fala MIC, MIC, XIXI" , a goma também arábica e os arabescos.
Seriam incapazes de violência tão evidente e você sabe
do que estou falando. Pois têm tecnologia imemorial, com poder inacreditável,
que poderia já ter sido usada para destruição total dos inimigos.
Curioso é que os talibãs do mundo
ocidental nem percebem isso. Não sabem com quem (não) estão
falando. Os árabes, como já provaram
nos séculos em que dominaram a Península Ibérica (ainda é
ibérica, pois não?), têm paciência de jóquei.
Mas no momento a pressão ocidental sobre eles sobre o Iraque, o
Afeganistão, o Irã, a Síria e a Venezuela (não é
árabe? Entra no pacote) já ameaça a sobrevivência
do mundo do Cassius Clay. Foi por temor
à violência do Império do Sol América do Norte
que os árabes, em tempos mais remotos do que os maremotos, se prepararam
pra sua autodefesa. "Plantando", no Império sempre agressor, como obras
de arte, milhares de lâmpadas de óleo, ricamente decoradas, sagradas
e consagradas, que os poderosos infiéis passaram, inadvertidamente,
a comprar por altos preços. E conservar como preciosidades e orgulho da
decoração de suas mansões.
Dentro de cada uma dessas lâmpadas, muito antes da tecnologia da internet
e do Google, profetas e sábios colocaram um Gênio (criação
totalmente biológica) com todo o poder conhecido na época e também
por inventar. Esse Gênio por ser super-humano pode dormir
durante séculos. São todos, em princípio!,
gênios do bem. Não há quem não tenha ouvido uma istória
em que um desses Gênios sai de sua lâmpada e tonitroa "Faça
três pedidos!" e atende a qualquer pedido do cidadão premiado por
essa loteca metafísica. Os cientistas do
ocidente, pra se defenderem da própria ignorância, sempre rotularam
essa tecnologia como istórias das Mil e Uma Noites. Coisas de Sherazades.
E nunca atentaram pra que, e com que, forças cósmicas esses Gênios
atuariam, já que estão acima de quaisquer limitações
do tempo e da matéria. Pois é.
Enquanto isso os Gênios estão dormindo, ignorados, dentro de milhares
de casas americanas, não por acaso as mais ricas e prepotentes. E esperam,
pra reagirem à agressão e às acusações que
recebem, apenas um sinal que, por ironia, pode ser dado pelo inimigo digamos,
uma bomba caindo numa usina nuclear do Irã.
Lâmpadas? Não é só. O Império do Sol ocidental
e sua tecnologia militar também aparentemente invencível ignoram,
tola e superiormente, o mais maravilhoso meio de transporte aéreo jamais
inventado o tapete mágico. Voa a qualquer altura e velocidade, não
necessita combustível portanto não pode ser acusado de incitar
a/à guerra do petróleo e, em milhares de anos de uso, jamais
sofreu uma queda ou falha mecânica nem mostra nenhuma fadiga de material.
O tapete do Rei Salomão árabe
israelense, veja o Corão era de seda verde. Em viagens o
trono do monarca era colocado nele. Cabia? Ora. O tapete era tão grande
que nele cabiam todas as forças militares e servidores civis. E, atentem,
mais importante do que isso, também todas as forças espirituais.
Os homens e mulheres ficavam à direita do
tapete, os espíritos à esquerda. Quando todos estavam a bordo, Salomão
apenas indicava aos ventos aonde queria ir e lá ia ele, tapete, à
velocidade que o Rei comandasse a do homem, a do cavalo, a do vento, a
do raio. Grandes pássaros, de asas abertas, protegiam todos do sol.
No século X a.C., Salomão, como sempre sabiamente, achou prudente
fabricar tapetes para exportação (infiltração!) em
países do Mal. E hoje milhares de residências e palácios na
Europa e na América do Norte têm, em seus soalhos ou paredes, magníficos,
e caríssimos, exemplares de Selçuks, Bokharas, Karachis e Shirazes.
Junto a milhares de lâmpadas com Gênios
dormitando dentro delas. Esperando.
O ataque ao Irã. Ou à Venezuela.
| POEMEU
|  | DARWIN,
ainda. O homem veio do símio.
Acho isso lindo. Mas tem alguns Quinda
estão vindo. |
|