Tudo pelo meu personagem
Ah, os sacrifícios que a profissão exige. Dois moreníssimos
atores, o americano Johnny Depp e o brasileiro Marcos
Palmeira, vão exibir recém-adquirida loirice nas telas.
A de Depp é provisória ele usa peruca oxigenada no
filme Blow, que está rodando em Los Angeles, sobre
um garoto do interior que faz fortuna trabalhando para traficantes
de drogas. Já Palmeira que em novelas já teve cabelo
cacheado (natural), liso a poder de escova e mechado
tem planos mais permanentes para a fase platinada. Agora
descoloriu para o filme O Casamento de Louise. E,
em março, continua platinado para atuar em O Homem do
Ano.
A queridinha de Armani
Que Ronaldinho, que nada. A brasileira queridinha do estilista
italiano Giorgio Armani atualmente é a atriz Maria Fernanda
Cândido, 25 anos que, note-se, não tem um único
quilinho a mais. Depois de ver fotos da moça, que já foi
modelo e em ocasiões sociais só usa Armani, o estilista
a convidou para o desfile de uma de suas coleções, em Milão.
Foi vê-la de perto e babar: "Bellissima, stupenda",
encantou-se. Além de sentar na primeira fila, Maria Fernanda,
a expensas da casa Armani, viajou na primeira classe, ficou
hospedada em hotel cinco-estrelas e teve Mercedes com motorista
à disposição. De quebra, recheou a mala com pecinhas da
grife recém-saídas do forno.
O culpado foi o beijo na boca
Milhões de americanos assistiram ao programa em que o milionário
Rick Rockwell passou em revista cinqüenta moças de
maiô, escolheu a enfermeira Darva Conger, esperou
que ela trocasse de roupa e se casou ali mesmo, diante das
câmaras, com beijo na boca e tudo. O enlace durou nove dias.
Na quarta-feira, também pela TV, a noiva anunciou que abandonou
a lua-de-mel um cruzeiro sem noite de núpcias, com
um casal de acompanhantes e vai pedir a anulação
do casório. "Só me inscrevi para passar uma semana
de graça em Las Vegas. Nunca pensei que ia ser escolhida",
declarou Darva. O beijo na boca foi decisivo. "Alguém
que me respeitasse teria dado um beijo no rosto e dito 'Prazer
em conhecê-la'", choramingou. Rockwell que uma
ex-mulher acusa de tê-la estapeado e ameaçado de morte
se diz desolado. "O beijo foi um impulso. Sou do tipo
que gosta de tocar, sentir", justifica.
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Baiana na cama redonda
Ricardo Benichio
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| Ludmila: falando de sexo com base
na experiência pessoal |
Sai a fluminense Babi, entra a baiana Ludmila Rosa.
Aos 28 anos, pequenininha 1,60 metro e 45 quilos
, casada, Ludmilla vai ocupar a cama redonda do programa
Erótica, da MTV, depois de driblar concorrentes de
curvas muito mais avantajadas. "Falar de sexo não é
problema, é solução", teoriza. Ela mora no Rio, onde
ensaia a peça Ventriloquist, de Gerald Thomas, e
acha que a tarimba de atriz de teatro vai ajudar na função
televisiva. "Mas não sou sexóloga, e o que eu falar
será baseado em experiência pessoal", informa.
Deixa que eu enquadro
Paulo Toscano
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| A delegada Monique: cadeia
para o brigão Gracie |
Revólver calibre 40 na cintura e barrigão de oito meses de
gravidez, a delegada carioca
Monique Vidal, 29 anos,
solteira, recebeu a missão de esfriar o ânimo do brigão Ryan
Gracie, fera do jiu-jítsu, envolvido em mais uma pancadaria.
Nem piscou: pediu a prisão preventiva do rapaz. A delegada,
que já prendeu por assalto o irmão do craque Edmundo, mora
na Zona Sul do Rio de Janeiro, estudou nos melhores colégios
e deixou um estágio em escritório para virar tira. "Isso
é uma cachaça, e olha que eu não bebo", diz.
Pertinho da Fórmula Indy
Renan Cepeda
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| Suzane: "Maluco
é quem fica parado no trânsito" |
A carioca Suzane Carvalho tem uma vida corrida
tanto nas pistas, onde compete há onze anos, quanto no dia-a-dia.
Aos 36 anos, já revezou as carreiras de modelo, atriz e
piloto de automóvel com incursões pela música clássica,
fotografia e futebol feminino. Nesta semana ela bate nova
marca. Será a primeira mulher a competir na Fórmula Indy
Lights Panamericana, a última fronteira antes da poderosa
Fórmula Indy. Suzane acha normalíssimo pisar firme e alcançar
os 310 quilômetros por hora nas pistas. "Não consigo
entender é quem fica parado todos os dias no trânsito na
hora do rush. É uma coisa de maluco."
Editado por Lizia
Bydlowski.
Colaboraram Marcelo Carneiro,
Rachel Campello e Silvia Rogar