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JOHANESBURGO
Os
vilões jogam a toalha
AP
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| Comemoração
na África do Sul: remédios para os pobres |
No
final, o bom senso prevaleceu sobre a ganância. Na semana passada,
39 dos maiores laboratórios farmacêuticos desistiram do processo
judicial contra o projeto da África do Sul de distribuir versões
baratas de remédios anti-Aids. Na hora H, entenderam que o custo
para a imagem seria maior que o lucro das patentes. Um em cada cinco adultos
sul-africanos está infectado pelo vírus HIV. Com tantos
doentes e pouco dinheiro, a África do Sul pretende copiar as receitas
dos laboratórios ricos para repassar remédios aos pacientes
pobres daí a fúria dos fabricantes. O Brasil já
faz pouco-caso de patentes na hora de preparar o coquetel anti-Aids, base
de um tratamento que é referência para o mundo. Os Estados
Unidos, que por causa disso se queixaram à Organização
Mundial do Comércio, têm agora um bom exemplo a seguir.
TEL-AVIV
Reuters
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| Ilanit:
colete chique |
Miss à prova de balas
A
bela Ilanit Levy, de 18 anos, já faz sucesso antes mesmo de participar
do concurso de miss Universo, em maio. Soldado do Exército israelense,
ela vai usar um colete à prova de balas no desfile de trajes típicos.
Diz que será uma manifestação pela paz, mas nem precisava
explicar: armamentos são realmente a primeira coisa que vem à
mente quando o assunto é Israel.
LONDRES
Pedofilia
na sacristia
Preocupada
com as denúncias de abusos de sacerdotes contra menores, a Igreja
Católica inglesa decidiu convocar uma comissão independente
para sugerir providências. Entre os cuidados propostos para evitar
a pedofilia na sacristia está o de checar melhor o passado de cada
seminarista. Outro é colocar de prontidão em cada paróquia
um funcionário da delegacia de proteção ao menor.
BOGOTÁ
AFP
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| Milícias:
golpe em Pastrana |
Quem fica com a selva
Acusado
de fazer concessões demais à guerrilha, o presidente colombiano,
Andrés Pastrana, levou uma rasteira das milícias de direita.
Para atrair o Exército de Libertação Nacional (ELN)
para o diálogo, ele ordenou a saída do Exército de
uma área para entregá-la à guerrilha. Mas os paramilitares
ocuparam o lugar e mataram mais de 100 civis, no maior massacre do ano.
O ELN interrompeu o diálogo.
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