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Edição 1 735 - 23 de janeiro de 2002
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"A traição, não importa o sexo, só destrói o respeito, pulveriza a confiança e é a expressão máxima do egoísmo."
Marcelo Orphão
Rio de Janeiro, RJ

 

Traição

"Traição e culpa" (16 de janeiro) foi realmente uma das melhores reportagens que já li sobre o assunto. Acredito que nós, homens, estamos colhendo o que plantamos. Tratamos a mulher como objeto durante várias gerações e subestimamos sua capacidade de reação a longo prazo.
Leo Rios
Recife, PE

Traí minha mulher apenas por causa da atração física e do desejo de ir para a cama com outra. Agora minha consciência está mais pesada que nunca, não consigo nem olhar em seus olhos e me passa pela cabeça quase todos os dias a idéia de suicídio, tamanho o remorso por tal ato.
Ricardo Peres
São Paulo, SP

Os dados mostrados por VEJA não me surpreendem. Tenho 23 anos, já tive vários namorados e fui traída simplesmente por todos. Apesar de terem me trazido muita dor, aprendi bastante com tais experiências. Só tem uma coisa: comigo, quem dá recebe.
Thaís S. Barros
Goiânia, GO

 

Romero Britto

Li e reli várias vezes a entrevista do pintor Romero Britto (Amarelas, 16 de janeiro) e, por mais que ele se explicasse, soaram-me ocas suas palavras. Parece que ele se preocupa mais com a moldura que com o quadro.
João Evangelista Teixeira Lima
Vila Velha, ES

 

Para usar

Sendo diluentes naturais, quaisquer líquidos às refeições impedem as atividades essenciais à boa digestão e são considerados os principais vilões de má digestão, fermentação, gases, destruição de nutrientes, dor estomacal, sonolência pós-refeição, além de problemas de gastrite e úlcera. Quanto ao gás de certas bebidas, ele irrita seriamente a mucosa dos órgãos digestórios e os leva a disfunções e a sensações desagradáveis que exigirão remédios, cirurgias e despesas imprevistas ("Para enganar o estômago", 16 de janeiro).
Augusto Fajardo
Sociedade Brasileira de Nutrição & Qualidade de Vida
nutrevida@ig.com.br

 

Heavy metal

Achei demais a reportagem sobre o heavy metal no Brasil ("Terra do metal", 16 de janeiro). Já está na hora de cair o velho preconceito de que os metaleiros são aqueles caras que vivem num submundo, isolados da sociedade. Estudamos, trabalhamos, fazemos faculdade. Somente o gosto musical e cultural é diferente.
Luiz Antonio de Camargo Júnior
Salto, SP

Novamente vocês azucrinando nossa legião, nosso fã-clube e nossos ideais. O Sepultura não está decadente; ele está se reerguendo de um duro golpe, a saída do vocalista Max Cavalera. Não é fácil uma banda que já esteve no topo ter de recomeçar seu trabalho com outro vocalista, preocupada para que não haja comparações, mudando seu estilo e evoluindo cada vez mais. O Sepultura, em sua nova gravadora, vai voltar ao topo, pois vai ter o apoio de que tanto precisa nesta hora, que a Roadrunner negou, não lançando sequer um clipe do álbum Nation. Espero que vocês se informem mais sobre a real situação dessa banda, que fez americanos se interessarem pelo Brasil, e não escrevam mais sandices como as que muitas vezes foram publicadas por essa ilustre revista.
Oswaldo Grimaldi Coutinho
sepultura@superig.com.br

Gostaria de informar que, apesar do susto, sim, as pessoas que ouvem heavy metal tomam banho.
Aurélia Azevedo Alves
Betim, MG

 

Arc

Arc, eu tenho uma séria pergunta a fazer. Estou no Japão há dez anos, vim em busca de uma vida melhor, mas de repente a economia japonesa está cada vez pior. Muitos dos países onde os brasileiros foram tentar a vida estão sofrendo a mesma dificuldade. Quais os procedimentos para tirar um visto de permanência para Marte? Por favor, ajude-me!
Haruyuki Asada
Tóquio, Japão

 
OS LEITORES E AS MÁQUINAS VOADORAS

Dez leitores escreveram para comentar a foto publicada nas páginas 112 e 113 do caderno especial "Para entender o mundo novo" (26 de dezembro de 2001). "O helicóptero descrito como sendo o Black Hawk é na verdade um CH-53 Super Stallion, produzido também pela Sikorsky", corrigiu o paranaense Satiro Simohigashi, de Maringá. Fábio Carvalho Ribeiro da Silva, de Fortaleza, lembrou que a máquina, o Super Stallion, "em versão anterior, esteve envolvida nos acidentes da malograda missão de resgate dos reféns da embaixada americana em Teerã". Antonio Sales, de Belém, deu detalhes: "O Black Hawk (S-70/UH-60 – designação civil/militar) transporta no máximo catorze pessoas e sua autonomia de vôo é de aproximadamente 600 quilômetros. O Super Stallion é maior, pode transportar até 55 combatentes, além dos tripulantes, e seu alcance fica entre 800 e 2 000 quilômetros". Ivan Francisco Coutinho Costa, de Socorro, São Paulo, complementa: "O UH-60 Black Hawk substituiu o UH-1 Huey, helicóptero onipresente na Guerra do Vietnã."



 
 
   
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