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"Sem
Mário Covas, a ética e a honestidade
na política brasileira, já tão
raras, correm o risco de ser extintas."
Jaime Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP
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Mário
Covas
Ficamos tristes quando perdemos algum ente querido. Essa
mesma tristeza me atingiu com a morte do governador Mário
Covas. Não sou eleitor dele, sou petista, mas não
posso negar que o político Mário Covas era
extraordinário ("A força do contraste", 14
de março).
Juvenal Francisco de Souza Filho
juca@evangelicos.com
São
Paulo ficou órfão de seu patriarca. Torcemos
para que seu sucessor, Geraldo Alckmin, dê continuidade
a seus projetos.
Fabiana Almeida
João Pessoa, PB
Emocionante a reportagem sobre a vida e a obra de Mário
Covas. Belíssimo tributo que se presta a quem tanto
fez pela causa democrática e pela moralização
da arte de governar sem tirar vantagens pessoais dessa condição.
Gustavo Henrique de Brito Alves
Freire
Recife, PE
Num
momento em que ética e política soam como
expressões antagônicas, VEJA, a par de sua
independência e imparcialidade, prestou uma verdadeira
homenagem a Mário Covas ao estampar na capa as exatas
palavras que o povo de São Paulo sempre teve vontade
de dizer ao governador, figura ilustre como poucas, que
soube vencer os desafios da política com ética.
Maria Cecília Carvalho S. Tavares
São Paulo, SP
Tive
de conter as lágrimas ao ver a capa de VEJA numa
banca próxima ao meu trabalho. Senti como se ele
ainda estivesse vivo. Parabéns. Lindo trabalho!
Alexandre B. Borges
aborges@gpnet.com.br
A
morte de Covas, e a discussão dos princípios
éticos, me fez lembrar Ulysses Guimarães:
"Não roubar. Não deixar roubar. Pôr
na cadeia quem roubou".
João Batista Araújo Barbosa
Cuiabá, MT
Jader
Barbalho
Enquanto nossos corruptos forem protegidos por esses "processos
sigilosos", teremos um país extremamente pobre, descrente
da Justiça e dos políticos ("Está tudo
debaixo do tapete", 14 de março).
Roberto Andrade
andrade@openline.com.br
Armas
Na reportagem "Até parece o Brasil" (14 de março)
faltou um dado importante: a Inglaterra, assim como outros
países europeus e da Oceania, sofreu recentemente
forte campanha governamental de desarmamento civil, como
a que estão querendo implementar no Brasil. Os bandidos,
sabendo que não sofrerão resistência
por parte da população civil, sentem-se mais
à vontade para cometer crimes. Esse é um fato
sobre o qual as autoridades de todo o mundo deveriam refletir
bastante.
Rafael Mendes Ferreira
Pará
de Minas, MG
Cachaça
Não só Maranguape pode orgulhar-se de ter
um Museu da Cachaça. Em Catanduva, São Paulo,
o Tradicional Engenho Santo Mário mantém um
museu da cachaça que já passou por várias
gerações e é orgulho para todo o Brasil,
pois recebe visitantes dos quatro cantos do país
e até estrangeiros. E o melhor: não cobra
a entrada, e você pode provar todas as qualidades
da bebida ("Cachaça globalizada", 14 de março).
Davis Glaucio Quinelato
quinelato@zup.com.br
Claudio
de Moura Castro
Como universitária, não poderia deixar de
dar meu apoio ao brilhante artigo de Claudio de Moura Castro,
uma vez que também acredito que a sociedade deva
unir-se na busca de mais cultura e aprendizado. Sozinhos,
conseguimos muito pouco, mas, se unirmos as forças,
podemos mudar esse quadro triste, em que grande parte do
país não tem acesso à educação
de qualidade (Ponto de vista, 14 de março).
Bianka
Lorena da Rocha Capilé
Cuiabá,
MT
Crime
Com referência à reportagem "Mancha na batina"
(14 de março), venho ressaltar que, embora tenha
havido desentendimentos políticos e questionamento
sobre o comportamento pessoal do prefeito padre Adelino,
do PMDB, os integrantes do PPS local jamais usaram de chantagem
para com ele, que é o principal acusado de mandar
matar o vice-prefeito, Aires Domingues, do PPS, e o presidente
do diretório municipal do partido em Mariluz, Carlos
Alberto de Carvalho.
Rubens
de Camargo Penteado
Secretário-geral
do PPS/PR
Curitiba,
PR
Sociedade
Fiquei decepcionada com a reportagem "Receita para não
sumir do mapa" (14 de março). Desculpe-me, mas colocar
num mesmo balaio todos os não-escritores profissionais
é um grande erro e uma solução muito
simplista para o problema do contraponto pretendido na reportagem.
Em minha avaliação, soa até como preconceito
o fato de a revista pôr no mesmo nível motivacional
aventuras oportunistas de "celebridades instantâneas"
e histórias e experiências da vida de atletas
que já defenderam as cores do Brasil por inúmeras
vezes. Quando eu digo nos meus escritos que queria me mudar
para "um planeta sem joelhos", não estava filosofando,
mas fazendo uma piada.
Ana
Moser
São
Paulo, SP
Ciência
Na reportagem "Doutoras em expansão" (14 de março)
saíram algumas incorreções a meu respeito.
Não passei em primeiro lugar no vestibular para química,
mas para engenharia química, bem como faço
doutorado nessa mesma área, e não em química,
como foi publicado. Eu não desenvolvo um processo
inédito para converter gás natural em gás
de síntese, que é matéria-prima para
vários produtos, mas, sim, um novo catalisador para
o processo de reforma do gás natural com dióxido
de carbono.
Mariana
de Mattos Vieira Mello Souza
Rio
de Janeiro, RJ
Luciano
Szafir
Como diretor de Carnaval da Escola de Samba Vila Isabel
de Viamão, quero esclarecer que o ator Luciano Szafir
só retornou pela pista de desfile por solicitação
dos responsáveis pelo serviço de segurança,
pois, ao término do desfile, por causa do sucesso
de sua presença, as fãs cercaram o carro Palácio
dos Festivais, o que não permitiu que o ator seguisse
em direção à dispersão (Sobe
e desce, 7 de março).
Juarez
Gutierres de Souza
Diretor
de Carnaval
Porto
Alegre, RS
CORREÇÃO:
Ari Natalino da Silva não é proprietário
da Itaba, como foi publicado na nota "O rei da sonegação",
na seção Radar (7 de março).
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SPORTY
SPICE FICA
A
seção Datas (14 de março) reproduziu
uma notícia que rodou o mundo no começo
do mês: a cantora inglesa Melanie Chisholm,
a Sporty Spice, estaria deixando a banda inglesa Spice
Girls para se dedicar, exclusivamente, ao trabalho-solo.
A reação dos fãs não demorou.
Cerca de trinta e-mails chegaram à redação.
"Gostaria de esclarecer esse episódio dizendo
que foi apenas mais um boato difundido pela sensacionalista
imprensa britânica, que distorceu declarações
feitas pela cantora", escreveu Isabela, de Videira,
Santa Catarina. Outra fã da banda, Anna Marina
Campos, de 13 anos, protestou: "É mentira!
No sábado 10, Melanie ligou para o programa
da TV inglesa CD:UK, em que se encontrava uma
de suas colegas de banda, Emma Bunton, e as duas desmentiram
a notícia", disse Anna. Até o fim da
semana passada, o site oficial das meninas (www.spicegirlsforever.co.uk)
não registrava a saída, ainda.
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