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Edição 1 718 - 19 de setembro de 2001
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"O Brasil e o mundo assistem perplexos aos atentados ocorridos nos Estados Unidos, cujas razões só podem ser explicadas por ganância, poder e burrice."
Claudia Carlini
cacau-love@bol.com.br

 

Terror

Esse atentado marca o início de uma nova era para a humanidade. A tragédia ocorrida nos Estados Unidos não encontra paralelo na história mundial, pelo momento, pelas conseqüências e pelos desdobramentos que podem ocorrer em todos os níveis: políticos, econômicos e sociais. O que aconteceu hoje é só o começo.
Milton Córdova Júnior
miltoncordova@terra.com.br

Após os culpados atacarem os três grandes símbolos de poder da maior potência mundial – o financeiro, o militar e o político –, numa atitude evidentemente planejada, parece-me claro que eles estão bem preparados para enfrentar o revide americano. Todos sabemos que os Estados Unidos têm uma política de retaliação a atos terroristas, e isso inquieta. Preocupa também ninguém saber ao certo a quantas anda o poderio nuclear e biológico do Oriente Médio. Talvez seja um momento de reflexão. Porque, com ou sem guerra lá fora, a verdade é que se vive um momento de intranqüilidade aqui mesmo, no Brasil. Até se esqueceram do prefeito assassinado de Campinas.
Antonio Carlos
Burin Sammartino
Barueri, SP

Essa agressão devia estar sendo planejada havia muito tempo. Tudo aconteceu de maneira organizada. Uma ação dessas já era esperada, mas não nessas proporções. O que se viu foi um ataque certeiro, meticuloso e muito bem traçado. O que me preocupa é uma retaliação americana, que com toda a certeza virá. Isso poderá gerar uma reação em cadeia e, quem sabe, uma nova guerra mundial. Os Estados Unidos responderão à altura, mas de maneira arrasadora.
Danilo Terra
nisantaterra@uol.com.br

Só estava faltando isso. O ataque foi premeditado, e os americanos não acreditaram. Agora, o mundo assiste atônito a um perigo iminente: a III Guerra Mundial. Salve-se quem puder, se puder!
Marcelo Raio
marceloraio.raio@bol.com.br

As diferentes raças, homens, mulheres, crianças, anciãos estão se esquecendo do verdadeiro significado da expressão "ser humano". É preciso ensinar-lhes novamente o significado do Deus Uno. Devemos respeitar as religiões de todos os povos, devemos reaprender a amar o próximo, como a Deus. Cada um deve procurar Deus dentro de si mesmo.
Stella C. Macêdo
Recife,PE

Stella C. Macêdo
Recife,PE

Não há razões que justifiquem tal barbaridade. Mas existe uma causa: a falta de evolução espiritual de pessoas que só buscam a vingança, o poder. Conseqüentemente, receberão o troco, gerando quem sabe mais guerras e mais atraso na conquista da paz mundial.
Sueli Lima
suelislima@bol.com.br

Há um bom tempo os Estados Unidos estão voltados para uma política de autoproteção. O que importa são os americanos em qualquer circunstância. O triste são os atentados terroristas, que põem em xeque a paz mundial.
Wanderson Alves
Conselheiro Lafaiete, MG

Os ataques foram muito bem planejados e em tempo para que nem mesmo a maior potência do mundo desconfiasse. A pergunta é: quem poderia estar se vingando? Saddam Hussein, talvez, o homem que esteve durante anos calado e escondido, pode ter tramado tudo isso.
Patricia Faria Barbosa
pfbarbos@trf3.gov.br

Fico muito triste com o que está acontecendo com meus irmãos nos Estados Unidos. Estou pedindo a Deus que conforte as famílias das vítimas e que logo esse caso possa ser resolvido. Quero deixar um versículo bíblico para os parentes das vítimas: "Elevo os olhos para os montes; / de onde virá o socorro? / O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a Terra" (Salmos 121:1).
Debora Maria Rodrigues
deboramr@email.com.br

A humanidade foi atingida duramente em seu princípio fundamental. O atentado ao coração financeiro do capitalismo foi um golpe terrível nos detentores do poder mundial. Para nós, simples mortais, é mais um desrespeito à vida, como vem ocorrendo no Oriente Médio, no Afeganistão e como houve no Vietnã. Acredito que a posição autoritária e prepotente do presidente americano estimulou esse terrível episódio, que deve ser condenado por todos. Para nós, simples mortais, foi um golpe no direito de viver e ser feliz.
Antonio Fernando Bruni Lucas
Pirassununga, SP

O que esses loucos pretendem? Provocar a III Guerra Mundial? Um ataque nuclear por parte dos americanos?
Alex S. Mendes
alexs@cvm.gov.br

Esse ataque, inigualável na história mundial, se deve à política rígida instaurada pelo presidente americano, principalmente no que se refere à ignorância aos ataques de Israel contra os palestinos, bem como ao projeto de escudo antimísseis americano.
Rogério Buglia
rogerio.buglia@bol.com.br

Os atentados vêm mostrar que a questão palestina não é apenas o problema político-territorial a ser resolvido entre israelenses e palestinos. Os Estados Unidos, os países europeus, os árabes e os asiáticos não estão ausentes dessa discussão, muito menos o mundo islâmico extremista, que alimenta o terrorismo. Os atentados envolveram muito dinheiro e organização e não é uma facção qualquer que vai assumir tal ato – pago com a vida de centenas de civis inocentes.
Raquel Teles Yehezkel
raquel@editoraleitura.com.br

O presidente Bush não tem competência para governar o país mais poderoso do mundo. É um caipira de pouca visão e um antiestadista. Seu pouco jogo de cintura e sua visão ambígua dos problemas mundiais podem levar o planeta a uma situação sem precedentes de conflitos armados e terrorismo. Gerenciar problemas com ameaças ou dar apoio político e militar em momento errado é a mesma coisa que guiar um navio de encontro a um iceberg. A humanidade tem de pedir ajuda ao todo-poderoso, pois as coisas estão ficando pretas.
Emerson Robertson
de Godoy
egodoy@br.inter.net

E agora? Sabemos que tudo será diferente a partir dessa data, o mundo mudará. Podemos estar à beira da III Guerra Mundial. Infelizmente, mais uma vez, pessoas inocentes pagam por atos desconexos de um povo que não tem muito a perder, que festeja a morte de "irmãos" como se estes tivessem realizado a maior obra humana. Que Deus nos proteja. E que o presidente americano tenha calma e bom senso ao "revidar" a esses atentados.
Roseli Bernardes
rbernardes@uol.com.br

Acho que muita gente neste mundo ficou louca e o resto vive de soberba e hipocrisia. A maioria das manifestações que tenho visto dá a sensação de euforia, alguns até de felicidade, porque humilharam o país mais poderoso do mundo, os Estados Unidos. Não sou seu defensor, a mim o que importa são as pessoas que morreram. O ser humano. Estamos na vida para criar um mundo melhor, não como fazem alguns irresponsáveis, que gozam com a dor alheia.
Juan Carlos
botter@ciudad.com.ar
Buenos Aires, Argentina

A humanidade está em perigo. O país que todos achavam capaz de se defender e também a seus aliados foi pego completamente desprevenido. Se não houver uma revanche à altura, todos estarão vulneráveis ao desvario de fanáticos. Será que serão necessárias medidas extremas?
Luiz Carlos
cocuiaba@terra.com.br

Qual seria a verdadeira intenção do ataque aos Estados Unidos? Matar alguns habitantes e destruir alguns metros quadrados de área construída? Destruir a imagem americana? Muito pelo contrário. Estão com os americanos, hoje, a opinião pública mundial e países poderosos. Talvez até a Rússia e a China.
Carlos Alberto
Gonçalves da Silva
São Bernardo do Campo, SP

Chamo a atenção para o detalhe de que entre as duas colisões e o desmoronamento das torres decorreu tempo suficiente para que, com o início da evacuação, agentes terroristas entrassem nos dois edifícios e instalassem os explosivos que os implodiram.
Reis Costa
Três Lagoas, MS

Não acreditei quando liguei a televisão. A imagem me arrepiou, impressionante. Um absurdo. Temo pelas próximas reações que podem ocorrer após esse lamentável fato.
Fábio Gomes de Araújo
fa_gomes@uol.com.br

O ataque sofrido pelos Estados Unidos é covarde, absurdo, sem precedentes, apocalíptico! Gostaria de manifestar meu repúdio aos infelizes desprovidos de cérebro que estão manifestando alegria pela morte de milhares de pessoas.
Claudia Avila
claudiaavila@ajato.com.br

De tudo isso podemos tirar uma lição: a de que devemos nos unir em prol do bem comum.
Marcos de Oliveira
Betim, MG

 
"Jack Welch é exemplo de executivo moderno: competitivo, produz qualidade e quer conquistar o consumidor, não enganá-lo."
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

 

Jack Welch

Maravilhosa a reportagem com o maior astro do capitalismo atual. É muito importante para nós, novos administradores, ler e aprender sobre essa lenda viva do mundo dos negócios ("O capital segundo Jack", 12 de setembro).
Márcio Franca de Almeia
marcioal1@ig.com.br

Quem leu a obra de Welch pôde entender melhor o que vivemos com a sucessão presidencial. Não se vê um processo de renovação, seja das pessoas, seja das idéias. Infelizmente, os eleitores brasileiros não "demitem" por ano 10% de nossos "piores" representantes. A falta de renovação é tamanha que, mesmo numa conjuntura de baixa popularidade do governo, os candidatos de oposição não conseguem refletir algum tipo de modernidade.
Wiliam Tabchoury
Piracicaba, SP

 

Educação

Excelente a reportagem "Isso é uma revolução" (12 de setembro). Um dos motivos pelos quais sou favorável à reeleição é este: a continuidade de planos, programas e projetos que deram certo, principalmente na área da educação. O governo Fernando Henrique será lembrado na posteridade pela revolução que fez na área do ensino fundamental.
Francisco de Assis Silva Alencar
misterfasa@bol.com.br

 

Stephen Kanitz

Fiquei encantada com o artigo "Nossa nova geração". Nossos jovens hoje não se limitam a se trancar em salas e a tramar revoluções. Inconformados com a injusta realidade, eles arregaçam as mangas e fazem a parte deles, ajudando em ações comunitárias e estudando, a fim de conseguir um futuro melhor para a nossa sociedade (Ponto de vista, 12 de setembro).
Ana Paola Alati Ornellas
Itapira, SP

 

Lobby aéreo

Como engenheiro de transportes e doutorando em turismo na Nova Zelândia, justamente pesquisando como o transporte aéreo pode ajudar o turismo brasileiro, não posso deixar de dizer que é um absurdo a farra das carteiradas que os militares exercem no transporte aéreo nacional. Fico me perguntando se, com todos os privilégios apresentados na reportagem, eles estão de fato dispostos a abrir mão da aviação civil ("A força da bancada aérea", 12 de setembro).
Guilherme Lohmann
Wellington, Nova Zelândia

Apontado por VEJA como beneficiário de passagens da Vasp para uma reunião com parentes em Brasília, esclareço que não as pedi nem as recebi gratuitamente. Apenas, há quatro anos, solicitei o desconto usual em todas as companhias aéreas quando se trata de grupo de passageiros. Eu poderia ter adquirido os mesmos bilhetes, com o mesmo desconto, em qualquer uma das demais companhias. Portanto, ao preferir a Vasp, fiz-lhe um favor, não obtive regalia.
Senador Edison Lobão
Brasília, DF

 

Roseana Sarney

Roseana é a chance que o Brasil precisava para eleger uma mulher sensível às necessidades sociais e convicta de suas decisões. Quanto à firmeza, não conheci nenhum presidente brasileiro verdadeiramente firme para enfrentar as maiores dificuldades do país: a corrupção, o desemprego, as desigualdades sociais ("Tudo por Roseana", 12 de setembro).
Karina Bazoni Giro
Cachoeiro de Itapemirim, ES

 

Etiqueta

Houve um engano na legenda da terceira foto (da esquerda para a direita) publicada na reportagem "Beleza põe mesa" (29 de agosto), página 133. A mesa descrita como noivado clássico, de Maria Célia Cury, é, na verdade, casamento romântico, de autoria da decoradora Eva Kracochansky.
Cássia Domingues e Cristina Cople
D2 Comunicação
São Paulo, SP

 

Festeiros

A reportagem "Quase famosos" (12 de setembro) menciona o fato de eu ser filha de Francesc Petit e nora de Rita Lee como se isso fosse um ato de pura premeditação. Se é que a atenção que recebo realmente se deve ao fato de ser filha de meu pai ou nora de Rita, isso para mim é motivo de orgulho e alegria. Não pode haver maior privilégio que ter nascido com o sobrenome de um homem tão inteligente e criativo e poder compartilhar a vida de alguém como Rita, que dispensa qualquer tipo de apresentação.
Julia Petit
São Paulo, SP

 

Fotos invertidas

Depois de assistir ao filme Amnésia, voltei à edição de 29 de agosto para rever sua resenha. A foto apresentada está invertida, assim como as de Saddam Hussein e do papa Pio XII (Cartas, 12 de setembro). Os ferimentos dos personagens de Guy Pearce e Carrie-Anne Moss estão na verdade localizados na face esquerda de cada um, e não na direita. A tatuagem que ele apresenta na parte superior do peito só pode ser lida com o auxílio de um espelho no filme. No entanto, na foto é possível ler perfeitamente a mensagem "John G. raped and murdered my wife".
Victor Biagioni
victorsouthpark@yahoo.com

 

CORREÇÕES: A reportagem "O Proer, quem diria, deu lucro" (12 de setembro) diz que se estimava em 1996 que o Proer custaria 660 milhões de reais ou 1% do PIB. O certo é 0,1% do PIB. O nome correto da cidade citada no artigo "Shakespeare no Piauí" (Diogo Mainardi, 12 de setembro) é Eunápolis.


 

 
 
   
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