Edição 1 624 -17/11/1999

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Roberto Campos
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Notas internacionais
Cotações
Hipertexto
Gente
Datas

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


Hora de voltar para casa

Alguns policiais foram até vistos chorando, mas cumpriram o dever previsto nos acordos entre o governo de Israel e a Autoridade Nacional Palestina. Dos colonos judeus de doze assentamentos estabelecidos na Cisjordânia que deveriam abandonar o território ocupado, apenas os de Havat Maon resistiram. Na quarta-feira a polícia entrou em ação. A gritaria não impediu que as casas fossem derrubadas por tratores. Aos trancos e barrancos, a paz avança: poucas horas depois, o gabinete israelense aprovou a transferência de mais 5% da Cisjordânia ao controle dos palestinos.

Prevenidos – Na contramão do resto do mundo, o governo suíço acredita tanto na possibilidade de uma guerra nuclear que mandou construir um abrigo subterrâneo nos Alpes. O bunker seria inaugurado secretamente com uma reunião de gabinete, mas a imprensa descobriu. As autoridades fingiram que ainda honram a neutralidade suíça e cancelaram a festa.

Tudo zen – O Oriente sempre atrai jovens em busca de iluminação. Foi o caso dos estudantes de treze países ordenados monges budistas na festa dos 72 anos do rei tailandês, Bhumibol Adulyadej.

A última de Giuliani

Foi preciso alguém famoso para que o prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, se desse conta do que todo mundo sabe. O ator Danny Glover, que é negro, comentou em público que, à espera de um táxi, foi solenemente ignorado por cinco motoristas. Giuliani decidiu então lançar uma cruzada contra o racismo entre os taxistas, com policiais negros à paisana nas esquinas para flagrar recusas. Os críticos da medida, entre eles o próprio Glover, a consideram onerosa e inócua.

Nua e durona

Desfile de miss que se preze tem de manter as tradições. A enfermeira Alisa Sisic, de 20 anos, eleita miss Bósnia-Herzegovina (nome que não coube na faixa), teve o título confiscado na terça-feira passada pelos organizadores do concurso. Eles não perdoaram Alisa por ter posado nua para um jornal. Mesmo abalada depois de saber que não poderia mais defender seu país no concurso mundial, ela se recusou a fazer o que toda miss faz. "Isso é muito difícil para mim, mas eu não vou chorar", prometeu.

Editado por Marcio Ferrari