Edição 1 628 -158/12/1999

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações

Veja recomenda

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

"Não bastassem os problemas que nos flagelam, vemos pessoas influentes, muitas delas políticos que elegemos, envolvidas em tão escabrosa organização."

Aldo Angelim Dias
aad@secrel.com.br

 

Narcobrasil

Parabéns pela excelente reportagem sobre o narcotráfico no Brasil. É impressionante como o país está cada vez mais tomado por esse mal. Quanto mais se planta, mais se vende, mais gente enriquece ("O poder dos barões do tráfico", 8 de dezembro).
Darcilena Martins Corrêa
Santo André, SP
 
VEJA, em mais um brilhante estudo da realidade brasileira, consegue traçar com perfeição o quadro do tráfico de drogas e das redes de ligação que se estabeleceram no país. Pena que teremos de engolir mais essa. Não bastassem todos os problemas que flagelam o povo brasileiro, vemos pessoas influentes, muitas das quais políticos que elegemos, envolvidas em tão escabrosa organização.
Aldo Angelim Dias
 
O governo brasileiro precisa tomar o máximo de cuidado com o problema do narcotráfico, que se caracteriza como um perigo para a segurança nacional. Ou ataca agora e extermina ou deixa enraizar e perde o controle para sempre. E logo seremos os primeiros em consumo no mundo. Deus, não deixe que o país do futuro se torne a pátria dos drogados.
Geraldo Guilherme de C. Santos
São Paulo, SP

VEJA está mostrando que não existe crime organizado sem a cumplicidade, a conivência ou a participação direta das autoridades constituídas. E no nosso caso justifica muito bem o título 'narcobrasil', pois temos deputados, juízes e delegados, os três poderes muito bem representados. A única forma de acabar com a droga é agindo sobre as famílias, preventivamente.
Jorge Vasconcelos de Brito
Belo Horizonte, MG

 
Não poderia ser mais oportuno o belíssimo trabalho jornalístico do jovem e talentoso editor assistente Alexandre Secco. É importantíssima uma reportagem com esse teor para que nossas autoridades venham a se organizar para que tenhamos êxito contra o crime organizado. Quando isso ocorrer, peço, encarecidamente, não esqueçam do Piauí.
Laci P.A. Farias
 
Em nenhum momento dei a entender que estaria pensando na hipótese de me lançar candidato à prefeitura de Vila Velha, Espírito Santo, conforme publicado na reportagem "Luzes, câmera, eleição!" (8 de dezembro). Não tenho nenhuma pretensão política de ser candidato a prefeito nem a governador, pois me identifico mais com o Parlamento.
Deputado Magno Malta

Brasília, DF

 

Ladrão

Achei superinteressante a reportagem "Cabeça de ladrão" (1º de dezembro). Trata-se de um enfoque diferente da marginalidade e insere o cidadão honesto num processo de compreensão da ética e da lógica dos bandidos. Esse entendimento, hoje em dia, é um aprendizado essencial para garantirmos nossa sobrevivência em uma cidade como o Rio de Janeiro, mas acredito que essas informações poderiam ser mais bem aproveitadas pela polícia, pois as dicas são boas. Aliás, os bandidos estão tão tranqüilos quanto a sua impunidade que podem até dar cursos de aperfeiçoamento para outros marginais, sacramentando, assim, a incompetência e a irresponsabilidade de nossos governantes no que diz respeito às necessidades básicas dos eleitores.
Mary Carmen Mendez
Rio de Janeiro, RJ
 
Talvez, por uma questão de "pudor", o marginal entrevistado por VEJA evite fazer comentários sobre o ato em si, da violência e extrema covardia em que consiste a rendição, quando não a morte, de suas vítimas indefesas.
Bia Vichessi

Diogo Mainardi

Externamos nossa perplexidade diante do artigo "Eu, você e o pobre" (10 de novembro), em que o senhor Diogo Mainardi afirma que "cinco médicos mataram o filho de uma amiga". A meningite bacteriana é uma doença grave, de evolução fulminante quando a infecção se generaliza (septicemia), que leva à morte grande porcentual de crianças, principalmente as mais novas, como é o caso, mesmo que todos os recursos médicos e assistenciais tenham sido empregados. Cabe lembrar também que a infecção generalizada pode cursar sem sinais clínicos de meningite, o que dificulta muito o diagnóstico, uma vez que febre, prostração, sonolência e irritabilidade são causadas por inúmeras doenças, principalmente em uma criança que ainda não sabe expressar com precisão o que sente. Assim, resta-nos observar que a criança foi assistida, não houve omissão de socorro (quem não é localizado não é omisso, e aqueles que foram encontrados não se recusaram a prestar o atendimento requerido), vindo infelizmente o óbito a ocorrer, em razão de um quadro infeccioso de evolução bastante rápida, mesmo diante de atendimento médico apropriado.
Lincoln Marcelo Silveira Freire
Presidente da Sociedade
Brasileira de Pediatria

Rio de Janeiro, RJ
 

Amazônia

Em relação à reportagem "Crime ecológico" (1o de dezembro), gostaríamos de esclarecer que a entidade que representa os produtores rurais no país se chama Confederação Nacional da Agricultura, e não Conselho. O projeto de lei de conversão à Medida Provisória nº 1.885/43 não altera o Código Florestal, mas retorna ao texto original ao reduzir de 80% para 50% o índice de reserva legal na Amazônia. Nunca foi política da CNA defender o desmatamento predatório, principalmente nas áreas de preservação ambiental. O que defendemos é uma política ambiental que leve em conta também a criação de condições para garantir o desenvolvimento auto-sustentável da agricultura nessas regiões, onde a atividade emprega milhares de pessoas
Assuero Doca Veronez

Confederação Nacional da Agricultura
Brasília, DF

 

Praias

Em atenção à reportagem " Vamos a la playa?" (8 de dezembro), informamos que todas as solicitações de vôo feitas a esta administração foram autorizadas. Até a presente data estão programados 844 vôos charter provenientes da Argentina, do Uruguai e do Chile no período de 1º de janeiro de 2000 a 31 de março de 2000.
Ibsen Rosa Pons Neto
Comunicação social da Infraero
Florianópolis, SC

 

Holofote

Sobre a nota "Voto secreto nem pensar" (Holofote, 8 de dezembro), solicito divulgar que o 7º Congresso Nacional do PSB, por norma estatutária e não por imposição da maioria, foi constituído de filiados eleitos delegados nos diversos Estados brasileiros. Sendo assim, nada mais democrático do que os filiados conhecerem o posicionamento de seus delegados. Por isso, o voto aberto.
Gustavo Balduino
Comissão Executiva Nacional do PSB
Brasília, DF
 
Com relação à nota sobre o ministro da Política Fundiária e Agricultura Familiar, Raul Jungmann, intitulada "Só mostro o que quiser" (Holofote, 17 de novembro), temos a esclarecer que, por uma falha técnica, a parte da declaração de bens do ministro foi omitida da página da internet. Essa falha foi de imediato sanada e a página já mostra a declaração de bens do ministro. Quanto a rendimentos não tributáveis, o ministro não os declarou por não tê-los auferido.
Flávia Torreão
Assessora de comunicação social
Brasília, DF

 

Narcobrasil 2

Com relação à reportagem de capa da edição 1.627, de 8 de dezembro, a Associação dos Magistrados Brasileiros, AMB, lamenta a irresponsabilidade da generalização que passa a idéia falsa de constituir regra a compra de juízes por traficantes. Esse tipo de manchete, imprecisa e injusta, atinge toda a magistratura nacional e acaba por desinformar o público leitor desta conceituada revista. A AMB ressalta que essa não é a regra e que mais freqüentes são os casos de magistrados ameaçados por traficantes de drogas por sua atuação firme contra o tráfico, como é o caso, por exemplo, do juiz Nelson Missias de Morais, da 1ª Vara Criminal de Governador Valadares (MG), que vem sofrendo ameaças de morte em razão do zelo, rigor e seriedade com que exerce a função judicante.
Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho
Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros
Rio de Janeiro, RJ
 

Petróleo

Sobre a reportagem "Negócios inexplicáveis" (1º de dezembro), gostaria de informar que o upgrade da plataforma P-36 da Petrobras foi executado pelo estaleiro canadense Davie Industries Inc. A empresa, localizada em Lévis, na província de Quebec, operou a total transformação da plataforma, praticamente dobrando sua capacidade de produção. Como resultado, a P-36 poderá produzir 180.000 barris por dia, o que significará um aumento de 16% da produção nacional de petróleo.
L. Richard Kohler
Embaixador do Canadá
Brasília, DF
 

Irlanda do Norte

Na edição 1.627 de VEJA há um erro. Na matéria "Entre inimigos" (8 de dezembro) lemos que "A Inglaterra protestante invadiu a ilha na Idade Média". Impossível, pois na Idade Média não havia "Inglaterra protestante".
Jaime Rodrigues
São Paulo, SP

 

Caricaturistas brasileiros

Diferentemente do que VEJA informa, Hilde Weber não "atuou nas páginas da imprensa paulista nas duas décadas seguintes" a sua chegada ao Brasil. Entre 1933 e 1962, Hilde viveu no Rio de Janeiro, colaborando com vários jornais e revistas cariocas e paulistas, notadamente a Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda. Em 1962, mudou-se para São Paulo e passou a trabalhar para O Estado de S. Paulo. Nesse jornal (bem como no Jornal da Tarde), milhares de charges suas foram publicadas mais ou menos dia sim, dia não até 1989, quando ela se aposentou ("O traço que açoita", 8 de dezembro).

Cláudio Weber Abramo
São Paulo, SP

 

 
NOTA: Inadvertidamente, VEJA utilizou a foto de um caminhão que já pertenceu à empresa Transportes Giglio Ltda., de São Bernardo do Campo, no gráfico da página 42 da reportagem "O poder dos barões do tráfico" (8 de dezembro). O veículo é apenas a ilustração de um dos meios de transporte utilizados por traficantes e não tem nenhuma relação com os fatos relatados na matéria.
 
CORREÇÃO: O peixe descrito como tricolor na foto da reportagem "Verão submerso" (8 de dezembro) é na verdade um Holacanthus ciliaris, mais conhecido como anjo rainha.

 


Às Suas Ordens

Para assinar VEJA ou solicitar
os serviços ao assinante, ligue:
Na Grande São Paulo (11) 3990-2112
Outras localidades
0800-552112
Estamos à sua disposição de segunda
a sexta, das 8 às 22 horas
Fax: (11) 3361-5600
Internet:
Para fazer novas assinaturas:
abril.assinaturas@abril.com.br
Serviços ao assinante:
abrilsac@abril.com.br
Para se corresponder com a redação de VEJA:
As cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para:
Diretor de Redação, VEJA
Caixa Postal 11 079
CEP 05422-970, São Paulo, SP
Fax: (11) 3037-5638

e-mail: veja@abril.com.br

Por motivos de espaço ou de clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

Para comprar números atrasados:
Central de Atendimento
Caixa Postal 14151
São Paulo - SP
CEP 02799-970
Tel: (11) 3990-2200
Fax: (11) 3990-2233
De segunda a sexta, das 8 às 22 horas
e-mail:
abrilea@abril.com.br
Reprints Editoriais
Você pode solicitar cópias das reportagens de VEJA (mínimo de 500) até uma semana depois da publicação.
Ligue para (11) 3037-5138
Para anunciar, ligue 0800-166676
Para informações sobre VEJA NA SALA DE AULA, ligue:
Grande São Paulo: (11) 3990-2112
Demais cidades: 0800-552112
De segunda a sexta, das 8 às 22 horas
Na Internet
http://www.veja.com.br
http://www2.uol.com.br/veja