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O
ano que mudou o mundo
Nunca
um assunto mereceu tantas reportagens de capa seguidas de VEJA quanto
os ataques terroristas aos Estados Unidos em 11 de setembro do ano passado.
Foram seis semanas dedicadas a descrever e a analisar as repercussões
do ato terrorista que chocou o planeta e da guerra a seus perpetradores.
A edição especial "O império vulnerável" chegou
às mãos dos assinantes e às bancas quatro dias depois
do choque dos aviões contra as torres gêmeas, em Nova York,
e contra o edifício do Pentágono, em Washington. Nela, VEJA
prenunciava no título da reportagem principal: "Este mundo nunca
mais será o mesmo". Um ano depois, os repórteres e editores
da revista reavaliaram as conseqüências desse acontecimento
único, assombroso, para concluir na reportagem
especial
de 26 páginas da presente edição que realmente "o
mundo nunca mais foi o mesmo".
A reportagem especial mostra que parte considerável das incertezas
econômicas que tanto perturbam a vida dos brasileiros é reflexo
do clima recessivo mundial aprofundado pelos ataques terroristas. Os jornalistas
de VEJA analisam também como os Estados Unidos, o país mais
poderoso e rico do planeta, mudaram a maneira de se relacionar com o mundo.
O foco do terror no Afeganistão foi rapidamente dizimado pelo poderio
militar dos Estados Unidos, mas as dúvidas sobre o paradeiro dos
principais líderes continua gerando ansiedade nos americanos. Pior:
instalou-se nos Estados Unidos um clima de guerra permanente ao terror
em qualquer quadrante do globo, com o efeito esperável de aumentar
o sentimento antiamericano. Por fim, a revista relata as histórias
de sobreviventes do atentado e conta como eles superaram o drama de ter
estado sob os escombros do World Trade Center.
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