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"Num país onde o tema principal na mídia é o enriquecimento ilícito, é bom saber que também temos empreendedores."
Antônio José dos Anjos Brito
Salvador, BA

 

Ricos

A reportagem "O rico mora ao lado" (4 de abril) mostra-nos a coragem de pessoas determinadas e valentes ao enfrentar um mundo inteiro com pequenos "tostões" no bolso. Trata-se de valiosas lições de vida.
Daniela Pascon
Americana, SP

Para você conseguir o que quer profissionalmente, precisa ter carisma, simpatia, conhecimento, ambição e talento.
Bruno Ladorucki Meier
Joinville, SC

VEJA mais uma vez fez um gol de placa com a reportagem de capa. Muito me agradaram as dez dicas de como orientar as crianças sobre o tema dinheiro: sem os tradicionais preconceitos e tabus quanto ao chamado vil metal.
Edson F. Nascimento
enascim@keynet.com.br

 

Roberto Pompeu de Toledo

Achei muito interessante o ensaio de Roberto Pompeu de Toledo sobre a eterna histeria do PT, que pode certamente voltar-se contra os próprios protagonistas, caso conquistem o poder (Ensaio, 4 de abril).
Paulo Sertório
São Paulo, SP

O PT apenas ratifica que, apesar de três derrotas consecutivas em eleições presidenciais, ainda não aprendeu a lição. Parabéns ao jornalista Roberto Pompeu de Toledo pela inteligente interpretação da CPI da corrupção.
Marcos Augusto Pereira
marcospereira@moinhopaulista.com.br

 

Diogo Mainardi

Concordo com a crítica de Diogo Mainardi sobre a modificação na obra Os Maias, de Eça de Queiroz, feita por Maria Adelaide Amaral. Será que se um dia tiver de adaptar a obra Otelo, de William Shakespeare, para a TV, para dar bons exemplos ao espectador sedento, ela transformaria o personagem Iago em um bom moço ("Os Maias na versão new age", 4 de abril)?
Sergio Castresi de Souza Castro
São Paulo, SP

 

Efeito Guga

A respeito da reportagem "O efeito Guga" (14 de março), informamos que o Sesc do Distrito Federal desenvolve, desde abril de 1993, um trabalho de incentivo à prática do tênis. O Projeto Tênis Sesc tem como objetivo popularizar o esporte, oferecendo a possibilidade de o indivíduo conhecer mais de perto a modalidade esportiva num ambiente de socialização e lazer. O projeto organiza aulas para crianças a partir dos 5 anos, para adultos e para a terceira idade. A instituição possui cerca de 500 alunos matriculados no curso. Uma boa forma de levar as pessoas à prática do esporte.
Anna Paula Galli Gonçalves
Assessoria de comunicação
Brasília, DF

 

Claudio de Moura Castro

O verdadeiro especialista é aquele que, com os conhecimentos adquiridos em qualquer instituição de ensino, consegue elaborar a própria metodologia de trabalho, de forma a contribuir direta ou indiretamente com idéias práticas, que proporcionem soluções úteis e inteligentes à sociedade em geral ("O sofisma da especialização", Ponto de vista, 4 de abril).
Rosinaldo dos Santos Gomes
Macapá, AP

Somos bailarinos clássicos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e estamos ameaçados pelo Conselho Regional de Educação Física de só poder exercer nossa profissão se formos fiscalizados e avaliados por aquele órgão. Do ponto de vista do tal conselho, a filiação e uma carteirinha nos dariam o direito de lecionar dança em geral, direito este que eles praticamente já se autoconferiram e que as leis enlouquecidas deste país estão prestes a reconhecer. Seria o caso de os dançarinos credenciados pleitearem, então, o direito de dar aulas de basquete, de ser treinadores do Guga?
Eliana Caminada Cavalcante
caminada@iis.com.br

 

Médicos no salão

Sobre a reportagem "Salão cirúrgico" (21 de março), esclareço que em Fortaleza existem alguns centros de estética que possuem a infra-estrutura necessária para a realização de procedimentos médicos "minimamente invasivos". Neles, obviamente, há salas com consultórios e outras para a realização das intervenções em si. O fato de o médico prestar atendimento em clínicas com as condições supracitadas não é, absolutamente, nenhum demérito: a aproximação entre o médico e outros profissionais que visem à melhora da auto-imagem dos pacientes é, ao contrário, muito salutar para todos os envolvidos.
Julio Cesar Tavares
Fortaleza, CE

 

Judiar, não

Lamentável o uso da expressão "judiar de", na reportagem "Não atire o pau no gato" (Guia, 4 de abril). Carrega nítido conceito anti-semita e, portanto, deseduca as crianças – ao contrário do que pretendia a matéria. "Maltratar" seria uma palavra cognata e perfeita. Em tempo: o fato de a expressão estar consignada em alguns dicionários, como o Aurélio, não justifica seu uso.
Vitor Abrão Sznejder
vitors@pobox.com

 

Only portuguese!

Esse "Mr. Rebelo" só pode estar louco em tentar restringir o uso de palavras estrangeiras no Brasil. É como impedir uma criança de ficar adulta (Sobe Desce, 4 de abril). Mr. Rebelo, vá plantar potatoes!
Max Cesar Nunes
maxauck@ihug.co.nz

 

VEJA Sua Saúde

Seria para nós, brasileiros aqui do Norte, um grande privilégio se os responsáveis pela área de saúde pudessem seguir o exemplo de VEJA, distribuindo folhetos informativos à população como forma de prevenção e administração da saúde pública. Lamento que essa edição especial não esteja ao alcance de todos os brasileiros, pois nem todos podem comprar ou assinar essa maravilhosa revista.
Claudio dos Reis Ferreira
Belém, PA

Parabéns pelo profissionalismo, pela dedicação e, principalmente, pela preocupação com o leitor. O tema é de extrema importância e contribui para a qualidade de vida das pessoas. Acredito que o jornalismo está um tanto carente de verdadeiros profissionais como vocês.
Jonas
Osasco, SP

Como professor de educação física, fiquei muito feliz ao ver a facilidade com que assuntos complicados são esclarecidos em palavreado simples e leitura agradável. Sem alarmes. Apenas objetividade. Como se a medicina fosse a mais exata das ciências.
Mauro Branco
lu.maurobranco@ig.com.br

Sou biomédico e trabalho no departamento médico do Goiás Esporte Clube. O suplemento veio com testes excelentes.
Peterson Santana
petersonsantana@uol.com.br

 

Radar

Com relação à nota "Quer, não quer" (Radar, 4 de abril), gostaria de esclarecer que a empresa DM9DDB de fato nunca fez campanhas políticas. Houve aquelas que contaram, sim, com a participação de alguns dos integrantes de sua equipe. Quanto às contas públicas, esse é um setor a que sempre atendemos e pretendemos continuar a fazê-lo, não focados na representatividade da verba, mas na possibilidade de realização de um trabalho de interesse público, de prestação de serviço à sociedade, visando sempre ao resultado de qualidade, que é a marca de nosso trabalho.
Affonso Serra
Presidente São Paulo, SP

 

Kurt Masur

Simplesmente linda a entrevista com o maestro Kurt Masur (Amarelas, 4 de abril). Tem sido raro encontrar coerência, sensibilidade e cultura na maioria das entrevistas que tenho lido.
Maria Aparecida Colares Mendes
Montes Claros, MG

Concordo totalmente com o maestro quando ele diz que temos de educar as crianças, senão elas escutarão apenas "música fácil". Temos um lastimável exemplo na tal "onda funk".
Serginei Anceschi
Sertãozinho, SP

 

Jesus Cristo

É uma pena que a humanidade, ainda muito materialista, gaste tempo e recursos para desvendar o enigma do rosto do Cristo, em vez de tentar compreender a mensagem maravilhosa que ele nos deixou há 2.000 anos. "A última face de Cristo", 4 de abril.
Evy Klein Messas
São Paulo, SP

 

Cristovam Buarque

O artigo de Sérgio Abranches "A face injusta da Justiça" (Em foco, 4 de abril) traduziu parte da minha indignação pelo nefasto comportamento da Justiça de Brasília. Cristovam Buarque é um homem íntegro e sua condenação é um atentado à ética e à própria Justiça.
Fernando Lyra
Ex-ministro da Justiça
fslyra@uol.com.br

Quero cumprimentar o cientista político Sérgio Abranches e acrescentar que, no Distrito Federal, a bolsa-escola foi trocada por esmola e ninguém foi condenado pelo crime de ludibriar o eleitor com práticas clientelistas, assistencialistas, demagógicas e eleitoreiras.
Jurema Peixoto Sousa Freire
Brasília, DF

O intrigante nessa condenação é a apatia geral com que a população a tem recebido. Não houve indignação. É incompreensível o abandono a que o PT relegou Cristovam Buarque. Cadê o José Dirceu, o Lula, o Suplicy?
Ivo Mützenberg
Brasília, DF

 

CORREÇÕES: A pesquisa a que se refere a reportagem "Marcha para o interior" (4 de abril), no quadro "Diferentes, mas nem tanto", foi feita pela ACNielsen/CBPA-Callbus, e não pela Marplan.
O nome correto do príncipe herdeiro que vai casar-se com a argentina Máxima Zorreguieta é Willem-Alexander (Datas, 4 de abril).

 

 

CRIANÇAS DEFICIENTES

A leitora Carla Tavanti Marcelino Lopes, de Santos, no litoral paulista, leu a reportagem "Toxina do bem" (4 de abril), sobre os vários usos terapêuticos do Botox, e cita mais uma utilidade da droga: "Em casos de estrabismo, o Botox é aplicado para forçar o músculo preguiçoso a trabalhar, paralisando a utilização do músculo mais forte. Essa intervenção cirúrgica não demora mais que dez minutos e, para minha filha Vitória, deu bom resultado", escreveu. Vitória foi operada na AACD, que como bem lembra a leitora Camila, que tem uma filha com paralisia cerebral, não é mais Associação de Assistência à Criança Defeituosa, mas Deficiente.

 

VEJA NO RECIF>

Eden Carvalho
A gráfica no Recife: agilidade


A leitora Sandra Virgínia, do Recife, Pernambuco, sentiu na pele agradáveis efeitos colaterais de ler VEJA.

"Fiz um concurso administrado pelos Correios aqui em Pernambuco e na prova de conhecimentos gerais praticamente todos os textos para análise haviam sido retirados de VEJA", escreveu. Filha de um assinante, Sandra recebe a revista todos os domingos em sua casa. Graças à leitura dominical, ela respondeu a 100% das questões. Esse fato reforçou na família a convicção de que VEJA é indispensável também para o irmão, que vai prestar vestibular e concursos públicos. Sandra nos deu outra boa notícia: "Sou formada em biologia e minha orientadora é especialista em comportamento de primatas. Nas edições anteriores saiu uma reportagem sobre a extinção de uma subespécie, que foi utilizada em uma palestra dada por ela aqui na universidade (UFRPE) na semana de zoologia. VEJA está em todas". VEJA também tem uma boa notícia para Sandra: em breve, ela e todos os leitores de sua cidade receberão a revista já no sábado. Em parceria com a Quebecor, a Editora Abril inaugurou um moderno parque gráfico no Recife, que possibilitará a impressão da revista naquela capital, agilizando sua distribuição. Os recifenses terão acesso a VEJA ao mesmo tempo que paulistas e cariocas. A novidade terá impacto em todo o Norte e Nordeste, cujos leitores passarão a receber a revista mais cedo.

 

O FRANGO DA SADIA

Na reportagem "Frango novo" (4 de abril), VEJA publicou que Fernando de Magalhães Furlan, o novo procurador-geral do Cade, atuava como diretor institucional e jurídico da Sadia. Em carta à redação, a empresa retrucou: "O senhor Fernando de Magalhães Furlan não é diretor jurídico da Sadia nem tampouco funcionário. A empresa apenas tem com ele um contrato de prestação de serviços, não exclusivo e terceirizado, que por normas internas deverá cessar no momento em que ocorrer a concretização de sua nomeação ao órgão governamental. A Sadia não tem nada a ver com o fato de familiares de acionistas escolherem seus próprios caminhos profissionais e suas próprias carreiras conforme suas aspirações e talentos vocacionais. Com referência a processos da empresa tramitados no Cade, são de nosso conhecimento apenas dois. A aplicação de multa, conforme citado na matéria, refere-se única e exclusivamente a processo intempestivo, ou seja, por não terem sido apresentados dentro dos quinze dias exigidos pelo Cade". Assina a carta o diretor jurídico e de relações institucionais da Sadia, Alfredo Felipe da Luz Sobrinho. A informação publicada foi fornecida à reportagem de VEJA pelo próprio Furlan e é o que consta em seu cartão de visitas (acima), em que ele aparece como membro da diretoria de relações institucionais e jurídicas, com timbre, endereço, fax, telefone e e-mail da Sadia.

 

   
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