Samba
no pé. Menos em Curitiba
Oscar Cabral
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Os sites VEJA Noite (www.vejanoite.com.br),
que destacam a programação noturna de oito
grandes capitais brasileiras, promoveram enquetes durante
o Carnaval sobre assuntos ligados
à maior festa popular do Brasil. Da série
de resultados obtidos, dois chamaram a atenção.
No Rio, 68% dos votantes garantiram a Luma de Oliveira,
madrinha da bateria da Viradouro, o título de musa
do Sambódromo. Em segundo lugar, com modestos 13%,
ficou Valéria Valenssa. Em Curitiba, capital de colonização
alemã, polonesa e italiana, mais de 80% dos participantes
da enquete defenderam o fim das celebrações
do Carnaval de rua na cidade.
Tudo
pelo social II
Ana Araujo
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O fórum de VEJA on-line perguntou aos internautas
se a decisão de
priorizar programas sociais, anunciada pelo governo federal,
vai dar certo. Algumas respostas:
"FHC
vem ignorando as questões sociais em seus dois governos,
quando não as atacava ou ridicularizava. Quem não
lembra o episódio em que ele chamou os aposentados
de vagabundos? Agora, ele quer se reabilitar ante a opinião
pública com um pacote demagógico no apagar
das luzes."
José Carlos Caldas da Silva
caldas-silva@uol.com.br
Nova
Iguaçu (RJ)
"Esses
programas soam apenas como mais um dos tantos que
são
lançados em fim de governo, com a intenção
que todos já conhecem."
Divino Pereira de Sousa
lexaed@uol.com.br
Barra
do Garças (MT)
"Quantos
de nós já participaram de alguma atividade
de fiscalização do uso do dinheiro dos programas?
Quantos já foram voluntários em serviços
sociais? É incoerente propalar que verbas são
desviadas, e pouco se pode fazer para modificar isso."
Ronald Stilck
rstilck@uol.com.br
São
Paulo (SP)
"Acredito
nas boas intenções do governo, mas não
podemos ignorar por onde escoa boa parte dos recursos dos
projetos sociais: pelos ralos da corrupção.
Já é hora de punir os corruptos para termos
um país com menos desigualdades sociais."
Regina Tikles
reginatikles@uol.com.br
Rio
de Janeiro (RJ)
Os
encantos de Floripa
Eduardo Marques
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Publicada nesta edição, a reportagem especial
sobre as cidades que mais se desenvolveram nos últimos
anos ocupa dois blocos do programa semanal de entrevistas
da Rádio
VEJA.
No primeiro, o pesquisador Aristides Monteiro Neto, do Instituto
de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), comenta o fenômeno
que está deslocando a riqueza para os médios
municípios brasileiros e atraindo muita gente para
esses locais. No segundo bloco, o jornalista Paulo Markun,
apresentador do programa Roda Viva, da TV Cultura,
conta por que resolveu morar em Florianópolis mesmo
trabalhando parte da semana em São Paulo.
Modelos
de Cortázar
A
versão multimídia da seção VEJA
Recomenda, disponível no endereço www.estacaoveja.com.br,
traz como destaque nesta semana alguns trechos do livro
62
Modelo para Armar, do escritor argentino
Julio Cortázar. Escrita em 1968, a obra é
baseada no capítulo 62 de O
Jogo da Amarelinha, obra-prima do autor. Na
história, uma trupe de
boêmios se encontra nos
bares de uma cidade
que é uma mistura de Londres, Paris, Viena e Barcelona.
Confira os trechos do livro no site e leia a
crítica na página 140 desta edição.
Onze
minutos a mais de terror
Warner Bros.
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Em 1973, o filme O
Exorcista, de William Friedkin, marcou a
história do cinema como uma das produções
mais assustadoras de todos os tempos. Vinte e oito anos
depois, a obra foi relançada com onze minutos
adicionais de cenas, tão ou mais apavorantes, não
aproveitadas na versão original. Para marcar
o retorno de O Exorcista, a Estação
VEJA (www.estacaoveja.com.br)
preparou um conteúdo especial sobre o filme,
com
trailer, fotos dos sets de filmagem e a lista das fitas
dirigidas por Friedkin.
Editado por Nilson Vargas
(nvargas@vjlistas.veja.com.br)