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CINEMA
Divulgação

Stuart:
agora com par romântico |
Stuart Little 2 (Estados Unidos, 2002. Em cartaz a partir desta
sexta-feira) Com seus movimentos perfeitamente naturais, o ratinho
Stuart Little é uma das criações mais felizes da
era da animação digital. O personagem está de volta
numa seqüência à altura de seu primeiro filme. O ponto
de partida da nova aventura é uma crise existencial: ainda que
superamado por seus pais adotivos humanos (vividos por Geena Davis e Hugh
Laurie), Stuart se sente deslocado. Por ser menor que os garotos da escola,
é preterido pelo irmão na hora de brincar. As coisas mudam
quando ele conhece uma passarinha e se apaixona. Ela é ameaçada
por um falcão malvado. O duelo travado nos ares por esse vilão
e Stuart, a bordo de um avião de brinquedo, garante cenas tão
vertiginosas quanto um videogame.
LIVRO
Sobre
Meninos e Lobos, de Dennis Lehane (tradução de Luciano
Vieira Machado; Companhia das Letras; 483 páginas; 39 reais)
O americano Lehane é autor de uma série aclamada de livros
policiais, estrelada pelos detetives particulares Angie Gennaro e Patrick
Kenzie. Neste seu sexto romance ele se aventura num novo caminho. Sobre
Meninos e Lobos começa nos anos 70, com três garotos
brincando nas ruas de um subúrbio de Boston. Um carro, que parece
ser de polícia, pára ao lado deles e, ao partir, leva um
dos meninos no banco de trás. Trata-se de um seqüestro, solucionado
alguns dias mais tarde mas que deixa marcas profundas nos amigos.
Essas marcas voltam à superfície 25 anos mais tarde, quando
eles se reencontram, por ocasião do assassinato da filha de um
deles. Um belo romance de mistério, carregado de tensão
e que já teve seus direitos para o cinema comprados pelo
ator e diretor Clint Eastwood.
DISCOS
Human
Conditions, Richard Ashcroft (EMI) Contemporâneo
de Oasis, Blur e outros rebeldes sem causa do rock inglês, o grupo
The Verve estourou nas paradas com a balada Bittersweet Symphony,
de 1997. A banda acabou pouco depois de fazer sucesso, mas seu líder,
o cantor Richard Ashcroft, saiu dela para uma bela carreira-solo. Seus
fãs mais ardorosos chegam a ver no moço uma mistura das
qualidades de Mick Jagger e Jim Morrison, dois mitos do rock. Human
Conditions, seu segundo disco, traz letras densas com temas como religião.
A música, no entanto, é menos complicada. Há bons
rocks radiofônicos, como Bright
Lights,e baladas melódicas, como Check the Meaning.
O destaque do álbum é Nature Is the Law, que traz
arranjos e vocais de Brian Wilson, ex-cantor dos Beach Boys.
Daybreaker,
Beth Orton (EMI) Conhecida por suas colaborações
nos trabalhos do duo eletrônico Chemical Brothers, a cantora inglesa
criou uma maneira inteligente de incorporar os ruídos do tecno
a outros gêneros musicais. As canções de Orton são
calcadas na música folk de seu país natal e nas baladas
de intérpretes como a canadense Joni Mitchell e a americana Carole
King. A essa base ela acrescenta batidas discretas e arranjos eletrônicos.
Essa bem urdida mistureba musical pode ser apreciada em faixas como Anywhere
e Thinking About Tomorrow. Outros grandes momentos do disco ficam
por conta da balada acústica Carmella, de Concrete Sky
(rock em que Orton divide os vocais com o americano Ryan Adams) e da participação
da artista country Emmylou Harris em God Song.
TELEVISÃO
Divulgação

Os
Simpsons: piadas com o Brasil
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Os Simpsons (segunda a sexta e domingo 8, às 20h30, na
Fox) Há oito meses, quando um episódio dos Simpsons
ambientado no Rio de Janeiro estreou na TV americana, uma autoridade carioca
julgou que a sátira era ofensiva à cidade e ameaçou
processar os produtores da série. Como se comprovará no
domingo 8, com a estréia do programa no país, toda essa
polêmica não passou de bobagem. Principal atrativo de um
especial que reúne as aventuras de Bart Simpson e família
longe de seu lar em Springfield, o inédito O Feitiço
de Lisa é divertidíssimo. Ao viajarem para o Rio, com
a intenção de ajudar um garoto pobre, eles são assaltados
por pivetes, topam com cobras pelas ruas e passam mal com as iguarias
exóticas. Para completar, o patriarca Homer é seqüestrado.
Nos demais episódios, os Simpsons visitam lugares como a África
(quinta) e o Japão (sexta).
DVD
Band
of Brothers (Estados Unidos, 2001. Warner) Poucas vezes
a II Guerra Mundial foi mostrada com tanto realismo e contundência
quanto nessa série concebida pelo cineasta Steven Spielberg e pelo
astro Tom Hanks. Produção televisiva mais ambiciosa de todos
os tempos foram 120 milhões de dólares de orçamento
e mais de três anos de filmagens , Band of Brothers é
um aprofundamento da experiência iniciada pela dupla no sucesso
O Resgate do Soldado Ryan. Assim como o filme, a série focaliza
o conflito pelo ângulo dos recrutas que viveram o duro dia-a-dia
no front, com base na trajetória de uma companhia de pára-quedistas
que participou da invasão da Normandia, em 1944. A versão
do programa em DVD é saborosa: há cinco discos contendo
seus dez episódios e um sexto recheado de extras, entre os quais
um making of e depoimentos dos combatentes da vida real que inspiraram
os personagens da ficção. Veja
cenas.
EXPOSIÇÃO

O
Abaporu: marco do modernismo |
Da
Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950 (em São
Paulo, a partir de domingo 1º) No ano em que se completa o
octogésimo aniversário da Semana de 1922, marco inaugural
do modernismo no país, essa mostra fornece um alentado panorama
das origens e desdobramentos do movimento. Exibida na Espanha antes de
chegar ao Museu da Faap, Da Antropofagia a Brasília reúne
quase 700 peças de 144 artistas. Contempla os principais expoentes
da pintura modernista, como Di Cavalcanti, Lasar Segall, Flávio
de Carvalho e Tarsila do Amaral autora da maior atração
do evento, o Abaporu, quadro raras vezes exibido no país
desde que foi adquirido pelo colecionador argentino Eduardo Costantini.
A mostra traz à luz, ainda, curiosidades. É o caso de uma
série de fotografias do escritor Mário de Andrade em suas
andanças pelo país. Galeria
de imagens.
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