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Beleza hollywoodiana

Fotos AFP
Fotos AFP
A opulência de Catherine e a transparência de Jennifer: destaques em noite de poucas estrelas de primeira grandeza

A festa do Oscar deste ano foi meio mixuruca, com poucas estrelas ofuscantes. Três beldades de coque brilharam entre seus pares. Com seu megassorriso e um vestido Valentino vintage – tradução: velho (de 1952), usado e devastador –, Julia Roberts, melhor atriz, emanava beleza mesmo quando quase tropeçou, atrapalhada pela cauda e pelo salto altíssimo. Também de cauda e salto, mas muito desenvolta, Catherine Zeta-Jones, indicada a nada, exibiu-se em opulenta glória num Versace preto tomara-que-caia. Outra grife poderosa, Chanel, assinava a bela saia-balão de Jennifer Lopez, mas todos os olhos estavam pregados na blusinha de um ombro só, de gaze translúcida. Um show.

 

Muita produção por nada


Babi (foto) e Juliette: equívocos de conjunto e cabelo
Reuters
Reuters
Björk, orgulhosa de seu ovo, e Rita: performance

Na conta dos equívocos da noite, a apresentadora Babi, do SBT, aplicou uma segunda camada de cabelos vermelhos para encompridar o penteado, arrebitou as pontas e obteve um comentado efeito Bozo, aquele palhaço televisivo, lembra? Em Los Angeles, a francesa Juliette Binoche arriscou Jean-Paul Gaultier dos pés (de botas de cano longo) à cabeça (de penteado anos 20) e ficou parecendo uma melindrosa fora de forma. Já no quesito performance, o Oscar foi para a estilista Rita Ryack, com um casaco de Papai Noel, e para a cantora islandesa Björk, vestida de cisne com bico e tudo (e meias enrugadas acompanhando). Ao passar pelo tapete vermelho, Björk parou, mexeu os babados para lá e para cá e – ops! – pôs um ovo.

 

Sendo Armani, tudo bem

 
AFP
AP
Steven Soderbergh Tom Cruise


AP
Benicio Del Toro


Aprendam, rapazes: quando o convite diz black-tie, sendo Armani, vale tudo. Recém-chegado ao olimpo, Benicio Del Toro (melhor coadjuvante) ficou no tradicional, mas outro estreante, Russell Crowe (melhor ator), optou por casaco comprido com condecoração do avô na lapela – embora não tão comprido quanto o de Samuel L. Jackson. A cor da camisa e gravata variou do azul-bebê (Ed Harris) ao branco total (Benjamin Bratt), passando pelo dourado Oscar de Steven Soderbergh. Joaquin Phoenix fez o desleixado-chique, de nó de gravata frouxo e camisa mal ajambrada. Tom Cruise não usou nem black (preto), nem tie (gravata): foi terno azul-escuro e colarinho desabotoado. Será depressão?

 

Mudança de tom

Steve Martin

Na ingrata tarefa de substituir Billy Crystal, sete vezes apresentador do Oscar, o ator Steve Martin trocou o humor simpatiquinho de hábito por tiradas mordazes e politicamente incorretas. A platéia toda (menos Russell Crowe) gargalhou com piadas como:

"Ellen Burstyn fez uma coisa que poucas mulheres fariam por um filme: parecer 15 quilos mais gorda e vinte anos mais velha. Mesmo assim levou uma cantada de Russell Crowe"

"Não é fácil manter um casamento em Hollywood. Afinal, dormimos com tantas pessoas diferentes"

"Levei um menino de 9 anos para ver Gladiador e ele não parou de chorar. Talvez porque não me conhecesse"

"Mike Myers recusou-se a fazer um filme porque o roteiro não era bom. Em que Hollywood ele vive?"

 

Editado por Lizia Bydlowski

 

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