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Gozação na TV também conta

NBC
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Gisele, no catálogo de lingerie, e Molly imitando a modelo no Saturday Night Live: celebridade

O novo catálogo da rede americana de lingerie Victoria's Secret é de virar os olhos: tem Gisele Bündchen recheando um sutiã com pedras preciosas no valor de 15 milhões de dólares – quantia próxima do cachê que ela recebeu para fazer a campanha da marca. Além da conta bancária, a cotação de Gisele na escala de celebridade também continua subindo. Primeiro, foi apresentadora da festa dos melhores da moda da revista Vogue em Nova York. No dia seguinte, travestida de Gisele, a comediante Molly Shannon satirizou o inglês e os comentários da modelo no programa humorístico Saturday Night Live. Foi a glória.

 

Fãs do outro lado do mundo

Emmanuelle Bernard
Leila: o Michael Jordan das Filipinas


Todo esportista sonha em ser ídolo da torcida. A jogadora de vôlei Leila é, tanto aqui quanto – pasmem – nas Filipinas. Depois de participar de duas temporadas da liga mundial por lá, a atleta de 29 anos precisa de boné e óculos escuros para passear por Manila sem ser assediada por pedidos de autógrafo. "Sou uma versão feminina do Michael Jordan, de tão conhecida", compara, toda prosa. Na esteira da fama, atribuída tanto ao desempenho esportivo quanto à beleza vagamente oriental, ela fechou contrato para gravar dois comerciais. No ano que vem, avança por um terreno mais surpreendente ainda: vai ser estrela de um filme filipino de ação.

 

 

 

Aos 53, mas com rostinho de 70

Iggy Pop: a pose do roqueiro punk de peito aberto

De costas ele ainda engana. Mas de frente, sem camisa, o roqueiro Iggy Pop escancara, até com certo orgulho, as marcas de trinta anos de drogas, sexo e pauleira punk, com direito a overdoses e performances com carne crua e caco de vidro. Fotografado pela badalada Annie Leibovitz para a edição especial sobre música da revista Vanity Fair, Iggy (nome verdadeiro: James Osterberg) não esconde que chegou aos 53 com um corpinho – e um rostinho – de 70.

 

Sacrifício pela família

Reuters
Paula chega à Penthouse: "Achei melhor"

Lembra da mocinha caipira a quem o lobo Bill Clinton assediou com propostas indecorosas quando ainda era governador de Arkansas? Aquela que "nunca, nunca" posaria nua, apesar dos convites? Pois bem: seis anos, um escândalo e uma plástica depois, Paula Jones, 33, aparece sem roupa nenhuma na edição de dezembro da Penthouse, revista masculina na linha melhor tirar da sala. "Mudei de idéia. Fiz o que achei conveniente para mim e para meus filhos", diz Paula, a abnegada. Pragmática, também: "Claro que o dinheiro teve um pouco a ver com a decisão". Há dois anos, Paula fechou um acordo de 870 mil dólares para encerrar o processo contra Clinton. Ficou com 201 mil – o resto foi para os advogados.

 

Tudo zen: velas, incenso, shiatsu

Tina Coelho
Daniela: massagem no presidente estressado


Depois de tentar fisioterapia, natação e homeopatia, e continuar com dores na coluna, o presidente Fernando Henrique Cardoso apela agora para a massagem zen. Há três meses, contratou a massagista Daniela do Amaral, 32 anos, especialista em técnicas orientais, como shiatsu e reiki. Quando vai ao Palácio da Alvorada, Daniela leva um arsenal relaxante. "Espalho velas, incenso e ponho uma música bem suave", descreve. Para reforçar, Daniela aplica a massagem no presidente com óleos de aromaterapia. "Ele é muito estressado", conta.

 

 

Tem sinfonia na timbalada

Oscar Cabral
Benda: mãe brasileira, pai francês, família checa


Isso, sim, é timbalada na veia. O maestro Christian Benda, 39 anos, nasceu e se criou na Bahia, está radicado há vinte anos na Suíça e já regeu, entre outras, orquestras de Praga, Stuttgart e, na semana passada, em sua primeira apresentação com músicos nacionais, a do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A origem dele é de dar nó no caldeirão genético: é filho de baiana com francês, descendente de uma família checa com 300 anos de tradição na música clássica. Casado com uma brasileira, fala português sem sotaque. "Também não abro mão da caipirinha", entrega.

 

Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Aida Veiga,
Daniela Pinheiro e Silvia Rogar

 

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