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"O
Congresso está necessitando de urgente limpeza ética,
e a reportagem é uma valiosa contribuição
para essa luta."
Jairo Siqueira Rio
de Janeiro, RJ
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Jader
Barbalho
Gostaria de cumprimentar toda a equipe de VEJA pela excelente
reportagem sobre o enriquecimento de Jader Barbalho. Assim como
a também excelente apuração da fortuna de
Orestes Quércia, publicada há alguns anos, essa
matéria nos ajuda a refletir sobre o real motivo de tanta
disputa por um cargo público, geralmente mal remunerado
("O senador de 30 milhões", 25 de outubro).
Aluisio Borges de Oliveira
São
Paulo, SP
VEJA
deveria fazer uma série de reportagens idênticas
com outros políticos. Deixamos de ser meros espectadores.
Agora podemos opinar além do festival de baixarias do Senado.
Um trabalho jornalístico corajoso e esclarecedor.
Joaquim P. Martins
jopama@openline.com.br
João Pessoa, PB
É
admirável como a política brasileira está
sempre redesenhando conceitos. Em administração,
a atividade econômica que transforma recursos para atender
às necessidades de clientes é chamada de agregação
de valor. Depois da reportagem sobre o senador Jader Barbalho,
e independentemente das conclusões a que se possa chegar,
fica demonstrado que esse conceito econômico pode ser tranqüilamente
aplicado em política: isso sim é que é agregar
valor a uma atividade!
José
Zulmar Lopes
jlopes@netway.com.br
São Paulo, SP
VEJA
acertou no alvo: a melhor reportagem do ano. Impressionante como
dinheiro de político bem-sucedido dá cria. Existem
muitos políticos "químico-financeiros" no país.
É bom que outras reportagens idênticas nos deleitem
semanalmente.
Mauro de Oliveira
oruam@elogica.com.br
Olinda, PE
Sobre
a reportagem, desejo corrigir: a aeronave Baron (pág. 44)
não é um monomotor, mas bimotor.
Luciano Nogueira Marmontel
Pouso
Alegre, MG
Claudio
de Moura Castro
Primoroso, lúcido, didático e oportuno o artigo
"Origens da riqueza americana", de Claudio de Moura Castro (Ponto
de vista, 25 de outubro). Todo educador e estudante universitário
brasileiro deveria partir para uma acurada apreciação
a respeito.
César Figueiredo
Lins,
SP
Medicina
Venho
esclarecer que, diferentemente do que informa a reportagem "O
fim da suspeita" (18 de outubro), o Viagra não foi liberado
pelo Ministério da Saúde para ser vendido sem receita
médica. O Viagra, assim como todos os outros medicamentos
de tarja vermelha, exige a apresentação de receita
para ser vendido em farmácias e drogarias, de acordo com
a Lei nº 6360/76. Sem a receita, a venda é ilegal.
Gonzalo
Vecina
Diretor-presidente
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Brasília, DF
